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As medicações inalatórias, conhecidas como “bombinhas”, são prescritas frequentemente na pneumologia. Apesar de muitos terem a ideia que elas fazem mal à saúde, isto não é verdade. Hoje a maioria das medicações para o pulmão são usadas desta forma, existem bombinhas até com 3 medicamentos misturados. Esta forma de uso de medicamento torna a medicação mais eficiente, mais segura, com menos efeitos colaterais e com resultados mais rápidos. A seguir deixo algumas informações de dúvidas frequentes sobre seu uso.

 

Confira algumas Perguntas frequentes sobre uso de “bombinhas”:

1.1 Quais são os efeitos colaterais mais comuns das “bombinhas”?

Resposta: As populares “bombinhas” são seguras, contudo como qualquer medicação pode gerar alguns efeitos colaterais. A seguir, veja os mais frequentes:

Tremor das mãos: Todos os broncodilatadores ( Ex. formoterol, salmeterol, vilanterol, olodaterol, fenoterol [ ex. berotec®] , salbultamol [ ex. aerolin®], indacaterol, entre outros) podem dar em maior ou menor grau tremor das mãos. Não se trata de alergia e os efeitos costumam passar em alguns minutos. A higiene da boca com água ( bochecho e gargarejo) após o uso costuma diminuir este efeito.

Feridas na boca: As “bombinhas” que contém corticoide em sua composição ( Ex. beclometasona, budesonida, fluticasona, ciclesonida, mometasona entre outros) podem gerar feridas. Trata-se da monilíase, ou popularmente conhecido como “sapinho”. Higiene da boca com água após uso da medicação costuma evitar este efeito. Caso ocorra, deve retornar ao Dr. Ronaldo para tratamento específico e possível reavaliação do uso do medicamento.

Rouquidão ou mudança da voz: Este efeito pode ocorrer, e depende da sensibilidade de cada um a determinadas substâncias presentes na medicação. Deve-se melhorar a higiene da boca ( gargarejo) com água após o uso da “bombinha”. Se não for eficaz, contatar o consultório do Dr. Ronaldo Macedo para avaliação e troca da medicação. Lembrando que a ocorrência desta situação não significa que a pessoa não poderá fazer uso de medicações inalatórias, apenas deve-se utilizar outro tipo ou dispositivo inalatório.

 

1.2 Melhorei dos sintomas, devo suspender o uso da “bombinha”?

Resposta: O uso da “bombinha” deve ser realizado conforme a orientação do Dr. Ronaldo Macedo. No caso da prescrição de medicação de resgate, ou seja, uso apenas quando tiver sintoma, deve manter o uso quando houver o sintoma na dose prescrita na receita. Se a medicação foi prescrita para tratamento de manutenção, ou seja, 1 ou 2 vezes por dia de forma fixa, então deve manter o uso, independente da melhora dos sintomas, até o retorno médico.

 

1.3 Tenho problema cardíaco, posso usar “bombinha”?

Resposta: Caso você não tenha informado o Dr. Ronaldo Macedo deste problema antecipadamente, deve retornar antes de iniciar o uso da medicação. Frequentemente não há problema no uso, contudo o médico tem que estar ciente para optar pela melhor medicação para seu caso.

2.1 Quando devo retornar com Dr. Ronaldo Macedo? Devo retornar mesmo se estiver melhor?

Resposta: O tempo de retorno vai sempre depender do tipo de tratamento que você está fazendo e sua resposta ao tratamento. Geralmente ao fim da consulta deixo esclarecido o tempo de retorno, mas de modo geral:

Se for um caso agudo sem diagnóstico de doença crônica pulmonar prévia, idealmente deve retornar precocemente se não houver qualquer melhora com o tratamento, ou em cerca de 1 mês se houve resposta, para verificar se algo mais tem que ser feito.

Se você estiver investigando uma doença crônica, deve retornar quando seus exames estiverem prontos, em geral 1 mês. Se se uma “bombinha” foi iniciada, 1 mês seria o tempo adequado para avaliação da resposta ao tratamento.

Se você já trata de alguma condição pulmonar crônica, deve seguir a cada 3 a 4 meses, mesmo se estiver com a doença controlada para ajuste da sua medicação e prevenção de recaídas.

A Espirometria é um exame que ajuda na identificação de diversas condições pulmonares e mede a capacidade pulmonar do indivíduo.

Para sua realização correta, veja abaixo algumas orientações?

  • Não é necessário jejum;
  • Não ingerir café, chá e bebida alcoólica por pelo menos 4 horas antes do exame;
  • Não utilizar quaisquer medicações inalatórias no dia do exame. (“bombinha”, inalação ou cápsula de aspiração), exceto em caso de urgência;
  • Não fumar por pelo menos 2 horas antes do exame;
  • Evitar realizar exame durante episódio de infecção respiratória. Se estiver em vigência de infecção, entrar em contato com a clínica para reagendar o exame.
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